Pular para o conteúdo principal

Um mar de Rosas

Cara Teresa,

   És tão belo vislumbrar , meu irmão, caminhando sobre rosas. Vosostra  hoje caminha , no azul celeste.

   Oh, almejo! Chuvas de rosas azuis. Por suposto,  não pela celebração da glória,  decorrente, da morte. Contudo, na vitória diaria.  Aquela que corresponde à  trajetória da VIDA. Está que agita compulsiva o coração humano. 

   Anseio , um tempo, onde às sandálias sejam peregrinas ,seguindo seu ritmo tranquilo e compassivo. 

   Não esqueça o pé lançado, com sua cicatriz. Lembrar-te do pedido feito com lágrimas sinceras.  

 
Besos, Karina Esequiele 


   


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

8 de Maio

Caro amigo Francisco, Logo cedo ouvi sobre a Sala das Lágrimas. Hoje, entristeço-me com o novo Papa. O mundo está nebuloso — e a humanidade, também. Temo um Papa arcaico, que defenda valores que afastam, em vez de unir. Meu coração dói. Querido Francisco, eras uma alma de liberdade e amor. Era um bálsamo te ouvir. Não consigo lançar rosas e deixá-lo voar. Reze por mim                                                          Para ti Tereza

Flores Magnólia

       Teresa, você já pensou na correlação, das flores e os seres humanos.         Veja uma flor no pé exala seu perfume vivido, assim somos nós, também. Na planta vivemos pulsantes e belos.         Contudo,Quando uma flor é arrancada do pé. Ela morre! Teresa, você acha que somos assim também?       Vamos distoar esse fluxo do pensamento.  Adentremos em outra paralelo. " A flor e o fogo".         Quando uma pétala é exposta ao fogo. Ela queima! O seu perfume incensa o ambiente , trás, uma sensação fúnebre.            Ah, Teresa! O Cristo é o fogo. Então -nós somos - pétalas, em chamas e viramos finalmente pó.         O desejo esperançoso é que com flores acendemos, para o alto.  ¡Guarde as flores e proteja os corações. !        Ás mãos sejam cinzas e o coração seja vermelho escarlate.  Abr...

Meu Deus e Meu Senhor

Meu Deus e meu Senhor, a Ti clamo o ardor do Teu Espírito; minha alma padece do Teu bendito amor. A vulnerabilidade da alma, Francisco, é como um vale escuro e tenebroso. O olhar é como um vulto sem sentido. Contudo, o céu parece não querer me abandonar e, como um pássaro, voo em torno da estrela. Em Teu valoroso brilho, almejo Tua luz. Acendo a vela aos meus santos e, com clamor, rogo sabedoria. Pobre alma! Se ela me chegar, não consigo perceber. Será que o rio também sente tamanha aflição quando suas águas correm? Não me abandones.