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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

A Embriaguez do Mundo

 A Embriaguez do Mundo Caro Francisco, hoje vi duas embriaguezes mundanas. A primeira, de uma moça que se perdeu momentaneamente em sua dor. Caminhou e distraiu-se com o presente e o futuro. Desconexa, momentaneamente, de si. A segunda, de um moço que gritava em frente à tua casa: "Cadê a caridade? Passei o dia todo a estacionar os carros e nenhuma moeda ganhei!". Francisco, este moço tinha uma embriaguez visível. Bem vestido! Contudo, foi julgado por como seria usada a moeda. As moedas desse mundo são sofridas. Nós sabemos da labuta e do suor para obtê-las. Contudo, não podemos ser "o Pai" e bater o martelo sem saber. Logo em seguida, as duas vidas encontram-se caminhando de volta ao lar. O moço diz: "És a moça que me ajudou — olha a quantidade de carros! Ela retorna a pé para casa". Ah, Francisco, se essa moça tivesse a capa de invisibilidade, a colocaria. Ela não deu para ser vista. Contudo, pôde compreender o que é o dia de hoje significa. Te Amo, Fran...

Exortação à Alma Aflita

Querida Terezinha,     Quão neste mundo fictício vislumbro a loucura que acometeu os santos. Eles caminharam em veredas obscuras. Tornaram-se vislumbradores de dores e da fragilidade humana. Desceram ao pecado, contudo, jamais referem-se a ele Oh, minha santa!    A minha alma caminha nos obscuros da existência. Sente-se humana ao tecer aflições que corrompem a carne. Contudo, mesmo nas águas turvas, no esplendor do coração, consegui "amar-te sobre todas as coisas" e ter esperança.    Não se afaste dela, como assim fizeste aos santos. Coloque-a em um lugar seguro; deixe seus anjos e santos tocarem em sua alma.        A luz esteja conosco para todo o sempre. Shalom, Karina Esequiele.

Humanidade na Adolescência

 Querido Francisco,      pensar na humanidade de Cristo é um dos regozijos que transcende nossa carne. Contudo, observar as atrocidades às quais a humanidade está se condicionando é de entristecer. Não existe alma que não seja tocada com as guerras contra os outros e contra si. Em um lar, uma mãe pensa no desafio que lhe cabe na educação de um filho. Ela vê jovens impiedosos que matam sem remorso, que violentam sem pena. O grande questionamento é como não deixar que essa corrupção adentre seu menino. Ela vê o amor mariano e procede com zelo.      E quando a corrupção tenta adentrar seu lar, ela pacientemente explica que as pessoas são dotadas de preconceitos e raivas. Contudo, isto não pode interferir no que somos, pois todos devemos ser respeitados e tratados como iguais. Que as palavras podem ferir, contudo não se pode nutri-las. Ás sementes podres não podem se fertilizar em uma plantação nobre.      O homem que ele vai ser no futuro d...